Tenha uma boa madrugada! Hoje é Sexta, dia 27 de Novembro de 2020. Agora são 02:15:46 hs

SINTECT-GO denuncia: Falta de condições de trabalho na AC Aparecida de Goiânia

Em meio a tantos retrocessos e ataques que a categoria vem sofrendo nos últimos tempos, os trabalhadores da SE/GO ainda estão sendo expostos à falta de condições de trabalho elementares para o desenvolvimento das atividades.
Uma verdadeira inoperância por parte dos gestores que não sabem sequer gerenciar problemas básicos de um local de trabalho como, por exemplo, a troca do filtro de água de um bebedouro ou o bebedouro em si que esteja com defeito.
Chegou a este Sindicato a denúncia de que, na AC Aparecida de Goiânia, o bebedouro está com defeito, há cerca de 20 dias. Ordens de serviços já foram abertas e a única resposta que se obteve por parte da Superintendência Estadual é que providenciariam a lavagem da caixa d’água. Os trabalhadores precisam comprar do próprio bolso água para beber! Que vergonha SE/GO!
O SINTECT-GO denuncia e buscará as providências necessárias junto a Vigilância Sanitária e Ministério Público do Trabalho, sem descartar a possibilidade de paralisação setorial por falta de condições de trabalho uma vez que, administrativamente, não se teve êxito.

 

# Chega de inoperância!
# Basta de negligência!
# SINTECT-GO na luta sempre!


Diretoria Colegiada
SINTECT-GO

 

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Retrato da precariedade na distribuição de Nazário

Por um período de 15 dias, a população de Nazário, 73 km de Goiânia, teve que buscar suas correspondências na Agência de Correios, pois a mesma estava sem carteiro. A denúncia de uma cliente chegou ao SINTECT-GO no dia 10 de abril. Atualmente, a Agência de Nazário conta com um carteiro improvisado.

 

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Vice-presidente dos Correios exalta a gastança em viagem

  • Publicado em ECT

Num momento em que o governo ameaça o país com aumento de impostos para cobrir um rombo de R$ 58,2 bilhões nas contas federais e que os Correios suspendem férias de funcionários por acumular prejuízos superiores a R$ 4 bilhões em dois anos, seria de bom tom que funcionários do setor público dessem bons exemplos.

Mas, entre vice-presidentes dos Correios e técnicos da empresa, parece que a falta de dinheiro não é problema. Desde 17 de março, um grupo de executivos está viajando pela Europa, num tour bancado integralmente pela estatal. A viagem vai durar até o dia 26 e contemplará quatro países.

O mais entusiasmado da viagem é Eugenio Walter Pinchemel Montenegro Cerqueira, vice-presidente Corporativo dos Correios. Ele adicionou, no Facebook, nove fotos e um vídeo. Na mensagem, ressalta as belezas de Berlim, na Alemanha. Para comprovar o entusiasmo dele, veja a reprodução abaixo.

Não custa reproduzir o texto de Eugênio: “Berlim linda cidade, domingo não funciona shopping, restaurantes e atividades culturais e históricas. Hanôver o interior do hotel aconchegante boa acomodação e restaurante nota 10”.

Pela autorização de viagem publicada no Diário Oficial da União, apenas uma cidade na Alemanha está prevista no roteiro: Leipzig. Não há previsão de os executivos dos Correios irem para Berlim ou Hanôver. Certamente, como dinheiro ali não é problema, mesmo os Correios estando como rombo superior a R$ 4 bilhões, não havia porque deixar de dar uma esticadinha. Basta apresentar as notas, que a empresa pagará. Mesmo que isso signifique impor mais restrições à grande maioria dos empregados da estatal.

Alertado por amigos, Eugênio retirou todas as fotos de sua viagem do Facebook. Afinal, não haveria porque esfregar a gastança na cara de todos os funcionários dos Correios, que só poderão tirar férias um mês antes de completarem dois anos de trabalho ininterruptos. 

Não se estranha tudo o que está ocorrendo nos Correios, a empresa, assim como todas as estatais, vem sendo loteada por indicações políticas em troca de apoio no Congresso. Os prejuízos acumulados decorrem da má-gestão, de negócios fechados sem embasamento técnico e do despreparo dos gestores. Mas por que se importar com isso se o controlador dos Correios é o Tesouro Nacional, que, no frigir dos ovos, acabará cobrindo os buracos nas estatais?

Reprodução: Correios Braziliense

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