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Campanha Salarial (184)

Negociação segue com ECT não se comprometendo em quase nada

A reunião começou com a apresentação e discussão da proposta de cronograma de discussão em blocos. O primeiro assunto discutido foi a questão da mulher. A proposta da Empresa é de manter o que já existe hoje como garantia e estabelecer outro fórum de discussões exclusivo para debate das questões da mulher. A Federação disse que aceitaria fazer um fórum específico para discussão das questões da mulher, desde o mesmo seja realizado dentro do período de negociação da Campanha Salarial e de que a ECT se comprometa a avançar. A data da reunião ficou estabelecida para 02/09.

A próxima cláusula discutida foi 60, que trata dos cursos e reuniões obrigatórios. A ECT alega que a maioria dos pontos reivindicados na pauta da Fentect já são atendidos pelo regulamento da Empresa, como o respeito ao horário de trabalho e coerência entre temas dos cursos e funções desempenhadas, o que sabidamente não é a realidade. A Fentect reivindicou que os cursos e reuniões deverão ser realizados no horário de expediente. Ficou garantido que a convocação para estes eventos deverá ser feita com 72 horas de antecedência. A ECT ficou de apresentar quais seriam as exceções desses cursos e reuniões obrigatórias. 

Na sequência foi debatida a cláusula 61- Seguro e manutenção da frota operacional, multas de trânsito e qualificação do motorista/motorizado. A Federação questionou a falta de adequação da Empresa ao modelo de mercado, onde acidentes são considerados responsabilidade das empresas e não do trabalhador, uma vez que esse risco já é intrínseco à sua função. A Fentect não aceita que qualquer dano ou prejuízo causado aos veículos seja imputado ao trabalhador. Além disso, foi cobrado o compromisso da Empresa em fornecer e manter os veículos em boas condições de uso. Os representantes da Empresa se comprometeram a trazer o resultado de um estudo do assunto futuramente.
 
O ponto final discutido foi o 62, que fala sobre o transporte noturno que é muito inconstante e acaba prejudicando o trabalhador, que passa horas aguardando. Para este ponto a Empresa também ficou de dar um retorno. 
 
Fonte/Autoria: Fentect
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Pauta da campanha salarial começa a ser discutida





Nesta terça-feira (20), após jogar cortina de fumaça para confundir a categoria, a ECT finalmente se dispos a discutir pontos da pauta da campanha salarial 2013
 
Após muito embate e discussões, as negociações da pauta de reivindicações da Campanha Salarial 2013 começaram a ser negociadas nesta terça-feira (20), da forma que deveria ser desde o princípio: com 11 representantes do comando de negociações à mesa e 30 observadores na plateia, vindos dos sindicatos de todo o País. Para que essa configuração, prevista em estatuto, fosse aceita, foram necessárias 5 reuniões e mais de 15 dias de enrolação da ECT, que insistia em querer interferir na forma de organização do movimento sindical.

Mas mesmo com esse avanço a Empresa não deixou de lado a postura ditatorial. Nesta reunião a Empresa começou discutindo o calendário de reuniões, quando se recusou a acatar os anseios da categoria de acelerar as negociações e realizar as negociações em dois turnos diários, pela manhã e pela tarde. Por fim ficou definido que às terças e quintas-feiras as reuniões serão pela manhã e tarde, e nas segundas e sextas-feiras ficarão a critério das comissões de acordo com as disponibilidades.

Em seguida foi iniciada a discussão da Cláusula 16 da Pauta de Reivindicações – Não ao trabalho no fim de semana e feriado. Essa é uma questão fundamental para os trabalhadores, pois como se não bastasse a hora extra, que está se tornando comum em todos os setores, a empresa abusa nas convocações, inclusive através da imposição do banco de horas. A Empresa alegou que precisa de pessoas para trabalhar nos fins de semana e feriados, porém a Comissão dos trabalhadores foi firme em seus argumentos.

A Federação contrargumentou, afirmando que os trabalhadores também tem direito e necessidade de descanso, lazer e convívio família. A Secretária Geral da Fentect, Anaí Caproni, afirmou que trabalhar nos feriados e fim de semana, não é questão de dinheiro: "Essa situação seria resolvida facilmente se a Empresa contratasse a quantidade de trabalhadores suficiente para suprir a demanda da semana. A vida social do trabalhador tem que estar em primeiro lugar. A empresa se aproveita e tenta manter os funcionários reféns de suas convocações".

A Diretora da Fentect, Amanda Corsino, reafirmou: "Somos contra o trabalhador ter que trabalhar o fim de semana e feriados, além do que muitas vezes demora para que o trabalhador receba o valor extra de um domingo no qual trabalhou. Portanto, o descanso com a família não tem preço". Os negociadores da ECT se comprometeram a levar as considerações feitas pelo comando para consideração da área de operações da direção da ECT, apesar de terem dito anteriormente que a pauta já havia sido avaliada pela Empresa.

A discussão prosseguiu com o debate sobre a cláusula 17, que trata da Gratificação Isonômica de função. A Federação questionou o porquê da diferenciação entre estados, já que o trabalho é o mesmo. A Empresa se contradiz à mesa: um dos negociadores afirma que a diferenciação ocorre devido ao diferencial de mercado, enquanto outro afirma que é por conta do porte da DR. Nesse mesmo ponto os negociadores da ECT disseram que não vão definir nada por enquanto, e que também irão levar para consideração da diretoria da empresa.  
 
Fonte/Autoria: Fentect
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Após 5 reuniões ECT finalmente acata Estatuto da Fentect

Já na 5ª reunião sem discutir sequer um ponto da pauta de reivindicações ECT finalmente aceita a formação do Comando de Negociações da Fentect conforme o estatuto prevê: 11 na mesa e 30 ouvintes
 
A quinta reunião de negociação da Campanha Salarial 2013 realizada na última quinta-feira, 15, na Universidade dos Correios (UniCo) começou com sinais de que não haveriam avanços, novamente. A Empresa, em falso tom benevolente, afirmou que aceitaria os 11 negociadores da Fentect à mesa, desde que a Federação abrisse mão das filmagens e da presença dos 30 ouvintes. 

Mas a Fentect foi firme em sua contestação. “Não está sob jurisdição da Empresa a questão da organização do comando de negociação. A ECT não pode intervir nisso, e deve se ater a negociar outros pontos, referentes à pauta de reivindicação, pois a configuração do Comando não é negociável”, afirmou a Secretária-geral, Anaí Caproni. Anaí prosseguiu, afirmando que também não existe legislação nenhuma que obrigue o movimento sindical a se sujeitar aos desejos da empresa.

Foi declarado, ainda, que o jogo da ECT de tentar desmobilizar os trabalhadores não está funcionando, e só está servindo para deixá-los cada vez mais irritados com o atraso do início das negociações, o que poderá culminar em paralização e ocupação da Empresa. Com essas declarações os negociadores da ECT mudaram de postura e desistiu do retrocesso que de tentar retirar o direito ao comando amplo com as representações sindicais, mas insiste em não permitir as filmagens.
A Empresa sinalizou que irá começar a negociar com o Comando Amplo, mas ainda precisa definir sobre a liberação dos negociadores, que estão em Brasília, mas são trabalhadores da base sem liberação sindical.

Ficou acordado que por hora, as negociações irão acontecer sem transmissão ao vivo. A questão será levada para discussão com os trabalhadores em Plenária Nacional, que acontece no dia 31 de agosto. A partir daí a Federação irá elaborar um “protocolo” que será apresentado à Empresa, contemplando as questões de segurança institucional alegadas por eles.

A reunião foi encerrada com a ECT se comprometendo a começar a negociar na esta semana, terça-feira, dia 20/08.

Confira nos links abaixo a ata da reunião e o informe encaminhado à categoria:

Ata reunião dia 15-08-13
Informe 004
 
Fonte/Autoria: Fentect
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ECT mostra desinteresse em negociar Campanha Salarial


Empresa não demonstra interesse em negociar e mais uma vez a reunião de negociação é marcada por joguinhos, impasses e nenhuma discussão das pautas da Campanha Salarial em si


Mais uma vez a Empresa deixa claro que não está interessada em realizar uma negociação efetiva da Campanha Salarial. Na reunião realizada na manhã de da última quinta-feira (08) na Universidade dos Correios, logo de cara foi abordado o impasse do formato das negociações, que se prolongou por todo o encontro. A proposta da Empresa foi de que o número de representantes fosse flexibilizado “até o limite de 8 pessoas da Fentect”. E mais: permaneceu insistindo em manter os 5 integrantes da “Federação” Pirata à mesa de negociação e em não permitir a transmissão ao vivo.
 
A ECT alega que o número apresentado pela Fentect - que é estatutário, portanto, não negociável – de 11 pessoas na mesa de negociação mais 30 como plateia, não é viável. Ou seja, a ECT, que como uma empresa pública deveria respeitar a legislação, está tentando passar por cima das leis e impedir o processo de transparência durante as negociações, determinar quem deve ou não participar das negociações, e o pior: obrigar Federações distintas a negociarem em conjunto.
 
Segundo a Secretária-geral da Fentect, Anaí Caproni, a lei no Brasil não permite que o empregador escolha quem é o negociador. “O empregador também não tem amparo legal para colocar outras pessoas na mesa de negociação que não sejam da representação legal dos trabalhadores. Não existe isso do negociador exigir que duas Federações negociem juntas. Isso pode, inclusive, ser objeto de ação judicial. Me espanta o nível de arbitrariedade dessa exigência, que é claramente uma forma de desrespeitar os trabalhadores e atrasar as negociações”, afirma Anaí.
 
Na realidade, expõe Anaí, o que a ECT pretende ao colocar a “Federação” Pirata e a Fentect juntas na mesa de negociações é legalizar a situação dos piratas perante os trabalhadores. “Ninguém pode obrigar uma Federação à se reunir com pessoas consideradas inimigas, que estão atuando de forma ilegal contra a Federação e os trabalhadores, promovendo, inclusive, ataques pessoais contra os representantes da Fentect”, fundamentou Anaí.
 
Para ela, a insistência nesse ponto tem a intenção exclusiva de atrasar as negociações. “Não vamos sentar com o Findect, isso não vai acontecer. Hoje já seria a segunda reunião, mas nada foi discutido, pois há insistência em forçar essa situação humilhante e de ilegalidade. Poderíamos estar discutindo vários pontos de pauta, mas a Empresa insiste nesses entraves. Já estamos em agosto, e os trabalhadores tem urgência dessas decisões”, pondera a secretária-geral.
 
Mesmo após a fala de vários companheiros nesse sentido, os negociadores da empresa seguiam insistentemente batendo no ponto de que é impossível negociar com 41 pessoas, aparentemente ignorando a informação relembrada a todo momento de que apenas 11 participarão efetivamente da mesa de negociação.
Após horas de discussão em torno dos impasses foi dado um intervalo. Ao retornar os representantes da Empresa afirmaram que vão levar a sensibilidade apresentada pela Federação na reunião com relação aos pontos. Se comprometeram a pedir celeridade na questão da decisão em torno das filmagens e acataram que as negociações sejam feitas com 11 membros do Comando na mesa , além de discutir a questão dos 30 integrantes que compõe a plateia.

A nova reunião ficou agendada para esta segunda-feira (12) foi transferida para a próxima quarta-feira.
 
Fonte/Autoria: Fentect
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Campanha Salarial: nova reunião entre Fentect e Empresa será nesta quinta, às 9h

Reunião




Depois de serem impedidos de subir para reunião de negociação da Campanha Salarial, agendada para a tarde desta terça-freira, os integrantes do Comando de Negociação da Fentect fecharam a entrada do Edifício Sede dos Correios como forma de protesto. Ao chegarem para a reunião, os integrantes do comando foram surpreendidos com a informação de que não teriam autorização para sequer entrar no prédio. Até mesmo os companheiros munidos de crachá da Empresa tiveram a entrada impedida.

Na portaria, constava uma lista com cinco nomes escolhidos à esmo pela própria empresa, e a informação de que cinco integrantes da Federação pirata já se encontravam na sala de reuniões. A Federação não aceitou a arbitrariedade, e ocupou por mais de uma hora a entrada principal do prédio até que representantes da Empresa finalmente apareceram propondo uma outra reunião, desta vez na Universidade dos Correios (UniCo). 

Iniciada a reunião, a Empresa alegou que enviou carta solicitando reunião inaugural para aquela data para estabelecer calendário, horário e sequência de temas das negociações. A reunião foi agendada com a Fentect e também com a federação pirata, e foram reservados cinco assentos para cada uma das federações. Segundo a Empresa, a mesma carta solicitava a indicação de 5 nomes para compor a mesa, ao que ela utilizou nomes constantes em outro documento alheio às negociações que ela “julgou ser a resposta da Fentect às nomeações”. 

A Empresa insistiu que a Federação selecione apenas 5 pessoas para se sentarem à mesa de negociação juntamente com a federação pirata. A secretária-geral da Fentect, Anaí Caproni, relembrou que pelo estatuto da Fentect, o número de pessoas que deve estar à mesa para negociação é de 11 pessoas com o restante do comando, no total de 30 pessoas, assistindo e com transmissão nacional, o que já foi oficializado para a Empresa. “Uma negociação minimamente madura tem que levar em consideração que estatutariamente a Fentect precisa contar com 11 pessoas à mesa. A Federação, tal qual a ECT, tem um estatuto, que não pode ser ferido.”, afirma Anaí. 

Segundo a Empresa, é preciso que se reavalie o modelo de negociação, já que, na versão deles, a configuração com 11 na mesa e 30 na plateia não foi uma experiência de sucesso no ano anterior. Mas a verdade é que a negociação nos anos anteriores não avançou pois a ECT não teve seriedade e nem interesse em negociar, usava as reuniões apenas como meio de gerar documentos para apresentar ao TST e alegar que houve negociação.

“Estamos submetidos à uma pressão que não existe. As Federações dos funcionários públicos e dos bancários, por exemplo, preenchem com mais 50 pessoas a mesa de negociação, sem problema algum. Podemos acertar com os 11 e com a plateia uma negociação civilizada, tranquilamente. Tudo é conversado. O que não pode ser feito é ceder à negociação do mal, que deturpa os fatos em favor da Empresa”, pondera Anaí. 

Atingido o impasse, foi consenso entre ambas as partes de que sejam repensadas as posições com relação ao número de pessoas na mesa de negociação. A Federação não abrirá mão dos onze integrante na mesa, tal qual está previsto no estatuto. Um novo encontro ficou agendado para quinta-feira (08) às 09h. 

Confira a ata da reunião desta terça-feira, 6.

Confira o Informe 001_Campanha Salarial 2013
 
Fonte/Autoria: Fentect
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Campanha Salarial: primeira reunião entre Comando e Empresa será amanhã

Nesta terça-feira, dia 6, será realizada a primeira reunião de negociação entre a Fentect e a diretoria dos Correios da Campanha Salarial 2013/2014, na sede da ECT, em Brasília. O companheiro Ueber Ribeiro Barboza é o representante de Goiás no Comando Nacional de Negociação da Fentect, e estará presente à reunião.

Neste primeiro encontro, o Comando e a Empresa devem acordar acerca do calendário das negociações, horários das reuniões e sequência dos temas a serem abordados, entre outros pontos. Acompanhe o resultado desta e das próximas reuniões no site do Sintect-GO.
 
Fonte/Autoria: Daniela Martins
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Correios não têm condições de dar 15% de aumento real, diz presidente da empresa

Brasília – O presidente dos Correios (ECT), Wagner Pinheiro, disse hoje (29) que a estatal não terá condições de aceitar na íntegra as propostas dos trabalhadores da estatal. Entre as reivindicações, estão aumento real de 15%, reposição da inflação em 7,13%, referente ao período entre agosto de 2012 e julho deste ano, aumento linear de R$ 200 para todos os trabalhadores e pagamento das perdas salariais de 1994 a 2002.

A pauta nacional de reivindicações, que já foi enviada a todos os sindicatos filiados à Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios (Fentect), deve ser aprovada nesta semana em assembleias que serão realizadas em todo o país. O documento será entregue à ECT amanhã (30).

“Há dificuldade para aceitarmos o percentual de 15%, mas vamos discutir e ver até aonde podemos chegar. Nossa disposição óbvia é para a reposição integral das perdas com a inflação. Vamos avaliar a possibilidade de algum benefício como o Vale Refeição ser reajustado, ou [a inserção de] algum benefício novo, como o Vale Cultura, que está em vias de ser sancionado”, disse à Agência Brasil o presidente da estatal.

Os trabalhadores ligados à Fentect reivindicam também adicional noturno, antecipação da gratificação natalina, horas extras, anuênio e a não privatização da ECT.

Contatado pela Agência Brasil, o secretário de Imprensa da Fentect, James Magalhães, disse que a argumentação do presidente da estatal não procede e vai contra até mesmo as campanhas publicitárias feitas pela própria empresa ao longo do ano. "Nas propagandas, eles falam sobre recordes de lucro. Só no ano passado, a empresa teve lucro superior a R$ 1 bilhão. É uma contradição, depois, dizer que não têm condições de dar esse aumento", disse Magalhães.

O sindicalista reclama também das poucas contratações feitas pela ECT nos últimos anos. "Eles dizem ter contratado 16 mil, mas não informam quantos trabalhadores saíram da empresa, que notoriamente é de alta rotatividade, porque muitos a deixam por causa dos baixos salários. Esse percentual (15%) nada mais é que fazer justiça por causa das perdas salariais e das dívidas históricas da ECT com seus funcionários. Temos os piores salários da esfera federal e muito trabalho por causa da pouca contratação", concluiu Magalhães.
 
Fonte/Autoria: Agência Brasil
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Trabalhadores nos Correios entregam pauta, e presidente da ECT fala em dificuldades





São Paulo – Trabalhadores dos Correios (ECT) entregam a pauta com as reivindicações da categoria para a campanha salarial, nesta terça-feira (30), às 14h, na sede da empresa, em Brasília. Com data-base em 1º de agosto, a categoria reivindica a reposição da inflação, estimada em 7,13% pelo IPCA (de 1º de agosto de 2012 a 31 de julho deste ano), e 15% de aumento real.

Acompanhe as notícias da Campanha Salarial 2013 no Site do Sintect-GO.

Os sindicalistas também defendem aumento linear de R$ 200 e pagamento de perdas salariais do período 1994-2002, calculadas em 20%. Jornada de trabalho de seis horas para atendentes do Banco Postal, segurança nas agências nos Correios e entrega de correspondências somente no período da manhã, principalmente nas regiões Norte e Nordeste, onde a temperatura é mais alta, também são pontos da campanha.

O presidente da ECT, Wagner Pinheiro, disse nesta segunda-feira (29) à Agência Brasil que "há dificuldade" por parte da estatal em concordar com o percentual de 15% e que a direção da empresa pretende discutir com as entidades sindicais para "ver até aonde podemos chegar". Pinheiro sinalizou ainda com outras alternativas para a negociação. "Vamos avaliar a possibilidade de algum benefício como o vale-refeição ser reajustado, ou [a inserção de] algum benefício novo, como o vale-cultura, que está em vias de ser sancionado”, afirmou o presidente da estatal.

De acordo com o diretor da Federação Nacional dos Trabalhadores de Empresas em Correios, Telégrafos e Similares (Fentect) James Magalhães, a empresa também quer alterar o plano de saúde dos funcionários, atualmente administrado pela própria empresa (Correios Saúde) e transferir para iniciativa privada. “No plano atual temos cobertura odontológica e possível inclusão dos pais como dependentes, sabemos que um plano privado isso não será possível e nos custará muito mais”.

Os trabalhadores reivindicam a implantação de um Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) e a contratação imediata de 110 mil funcionários. “Sabemos que a rotatividade é muito grande, a empresa contrata trabalhadores como terceirizados e demite muito outros. Queremos funcionários concursados para a área operacional, carteiros, atendentes e operadores de triagem”, afirma Magalhães.

Os sindicalistas já têm datas agendadas para manifestações durante os próximos meses. “Este ano esperamos poder avançar na mesa de negociação e fechar um bom acordo para os trabalhadores. O nosso último recurso será a greve.”

As últimas negociações entre Fentect e Correios terminaram sem acordo entre as partes e foram parar no Tribunal Superior do Trabalho.

Confira aqui o Informe 19 (com Calendário Nacional de Lutas) e a Pauta Nacional de Reivindicações
 
Fonte/Autoria: Rede Brasil Atual
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Correios não pode aceitar propostas na íntegra, diz Pinheiro

Brasília – O presidente dos Correios (ECT), Wagner Pinheiro, disse nesta segunda-feira, 29 que a estatal não terá condições de aceitar na íntegra as propostas dos trabalhadores da estatal.

Entre as reivindicações, estão aumento real de 15%, reposição da inflação em 7,13%, referente ao período entre agosto de 2012 e julho deste ano, aumento linear de R$ 200 para todos os trabalhadores e pagamento das perdas salariais de 1994 a 2002.

A pauta nacional de reivindicações, que já foi enviada a todos os sindicatos filiados à Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios (Fentect), deve ser aprovada nesta semana em assembleias que serão realizadas em todo o país. O documento será entregue à ECT nesta terça-feira, 30.

“Há dificuldade para aceitarmos o percentual de 15%, mas vamos discutir e ver até aonde podemos chegar. Nossa disposição óbvia é para a reposição integral das perdas com a inflação. Vamos avaliar a possibilidade de algum benefício como o Vale Refeição ser reajustado, ou [a inserção de] algum benefício novo, como o Vale Cultura, que está em vias de ser sancionado”, disse à Agência Brasil o presidente da estatal.

Os trabalhadores ligados à Fentect reivindicam também adicional noturno, antecipação da gratificação natalina, horas extras, anuênio e a não privatização da ECT.

Contatado pela Agência Brasil, o secretário de Imprensa da Fentect, James Magalhães, disse que a argumentação do presidente da estatal não procede e vai contra até mesmo às campanhas publicitárias feitas pela própria empresa ao longo do ano. "Nas propagandas, eles falam sobre recordes de lucro. Só no ano passado, a empresa teve lucro superior a R$ 1 bilhão. É uma contradição, depois, dizer que não têm condições de dar esse aumento", disse Magalhães.

O sindicalista reclama também das poucas contratações feitas pela ECT nos últimos anos. "Eles dizem ter contratado 16 mil, mas não informam quantos trabalhadores saíram da empresa, que notoriamente é de alta rotatividade, porque muitos a deixam por causa dos baixos salários. Esse percentual (15%) nada mais é que fazer justiça por causa das perdas salariais e das dívidas históricas da ECT com seus funcionários. Temos os piores salários da esfera federal e muito trabalho por causa da pouca contratação", concluiu Magalhães.

Fonte/Autoria: Revista Exame

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Assembleias referendam Pauta e definem representantes de Goiás no Comando

Foram realizadas na última sexta-feira, 26, as assembleias em Goiânia e nas principais cidades do interior para aprovação da Pauta de Reivindicações e escolha do representante de Goiás no Comando Nacional de Negociação da Fentect.

Nas assembleias de sexta, a Pauta foi referendada pela categoria de Goiás, que escolheu ainda como seu representante o companheiro Ueber Ribeiro Barboza.

Nesta segunda-feira, 29, será realizada no final da tarde a última assembleia, em Anápolis, que deve confirmar as deliberações de sexta.

Fonte/Autoria: Daniela Martins • Assessora Sintect-GO

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