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Trabalhadores dos Correios suspendem a paralisação

Trabalhadores em Goiânia suspendem a greve durante assembleia realizada na tarde de terça-feira, dia 17

 

 Os trabalhadores dos Correios de todo o Brasil decidiram pela suspensão da greve. No entanto, seguindo a orientação da FENTECT, Findect e do Comando Nacional de Negociação, a categoria também decidiu manter o Estado de Greve.

 

A unidade da categoria ecetista tem sido fundamental para a construção desta que é a maior greve da história recente dos trabalhadores dos Correios. A mobilização da categoria e a responsabilidade na condução da Campanha Salarial, com o cumprimento dos prazos e a busca do diálogo para aprovar um Acordo Coletivo que não admita retrocessos, reafirmam a importância de um movimento sindical forte e organizado.

 

Os trabalhadores e trabalhadoras dos Correios demonstraram a força da categoria, lotando as assembleias em todas suas bases, decidindo coletivamente e de forma unânime em todo país pela aprovação de uma das maiores greves que a categoria já fez. Com essa gigantesca mobilização nacional e com a repercussão da greve, conseguiram fazer a direção dos Correios e Governo Federal recuarem da intransigência assumida nas negociações, mas ainda há muito a ser feito.

 

No último dia 12, as Federações (FENTECT e Findect) participaram da audiência de conciliação convocada pelo Tribunal Superior do Trabalho após a ECT ingressar com o pedido de Dissídio Coletivo de Greve diante da grande mobilização da categoria em todo o país. Os representantes da ECT insistiram na proposta de retirada de direitos da categoria, já rechaçada pela categoria em assembleias. Com o impasse gerado, o Ministro do TST Mauricio Godinho Delgado apresentou uma proposta de prorrogação do atual Acordo Coletivo até a data do julgamento do dissídio, marcado para 02 de outubro.

 

Neste momento, com a negociação já ajuizada e sem garantias de novos acordos até a data do julgamento, é necessário manter o diálogo e intensificar os movimentos e atos públicos na defesa dos Correios e na luta contra a privatização. Portanto, a FENTECT orienta que os sindicatos se mantenham alerta e continuem a mobilizar contra a venda dos Correios e contra a tentativa de retirada de direitos da classe trabalhadora.

 

 Reprodução: Fentect

 

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Campanha Salarial: greve é mantida em Goiás

 

Em Goiás, os trabalhadores em greve decidiram manter a greve por tempo indeterminado. A deliberação ocorreu durante assembleias realizadas nesta sexta-feira, dia 13. Os ecetistas em greve da região metropolitana de Goiânia estão se reunindo todos os dias em frente à Agência Central, localizada na Praça Cívica.

A greve também tem adesão de trabalhadores de Anápolis, Caldas Novas, Catalão, Cidade de Goiás, Goianira, Inhumas, Ipameri, Itaberaí, Itumbiara, Jataí, Mineiros, Piracanjuba, Pires do Rio, Rio Verde e Santa Helena.

TST propõe manter ACT

Durante audiência de conciliação nesta quinta-feira, 12, o ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Mauricio Godinho, propôs a suspensão da greve e, em contrapartida, a manutenção dos termos do último Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) e do plano de saúde para os pais dos empregados até 02/10, quando o TST deverá julgar o dissídio.

A proposta será avaliada pela FENTECT até a data-limite estabelecida pelo Tribunal, que é dia 17 de setembro.

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Trabalhadores dos Correios em Goiás estão em greve por tempo indeterminado

Imagem da Assembleia realizada em Goiânia nesta terça-feira

 

Os ecetistas em Goiás decretaram greve por tempo indeterminado na noite desta terça-feira, dia 10. A deliberação ocorreu durante assembleias realizadas em Goiânia, Anápolis, Caldas Novas, Catalão, Goianira, Inhumas, Ipameri, Itaberaí, Itumbiara, Jataí, Mineiros, Piracanjuba, Pires do Rio, Rio Verde e Santa Helena, que reuniram mais de 400 trabalhadores.

A Campanha Salarial deste ano teve início ainda em junho com a definição da pauta de reivindicações e o calendário, contudo as reuniões de negociação só começaram no início de julho após adiamentos por parte da ECT. Durante as negociações, a Empresa só enrolou e se recusou a negociar um novo Acordo Coletivo. Sua única proposta foi de 0,8% de reajuste salarial, excluir o ticket extra (vale peru), o vale cultura, o ticket durante as férias, e a responsabilidade civil em acidente de trânsito. Além disso, ela também propôs diminuir o adicional noturno de 60% para 20%, o trabalho em dia de repouso de 200% para 100%, os vales refeição/alimentação de 26 para 23 para quem trabalha de segunda à sexta-feira, e de 30 para 27 para quem trabalha de segunda à sábado.

 

Prorrogação no TST

Durante reunião do Procedimento de Mediação Pré-Processual (PMPP) do plano de saúde no Tribunal Superior do Trabalho (TST), no dia 31 de julho, o ministro Renato Paiva solicitou a prorrogação do atual acordo coletivo por mais 30 dias. A categoria e a ECT aceitaram a prorrogação, mas durante todo o mês de agosto, a Empresa não apresentou nenhuma proposta e nem se reuniu com os representantes dos trabalhadores.

Com a aproximação do prazo final, 31 de agosto, o TST solicitou mais uma vez, no dia 28 de agosto, a prorrogação do Acordo Coletivo da categoria ecetista por mais 30 dias, a contar do dia 1º de setembro de 2019. Contudo, apesar dos trabalhadores terem aceitado, a ECT foi contrária a prorrogação, afirmando que permitiria o curso natural da campanha.

 

Reivindicação da Categoria 

Os trabalhadores dos Correios reivindicam reajuste salarial com reposição da inflação do período (3,25%) e a manutenção de todos os direitos e benefícios já garantidos nos acordos coletivos passados.

 

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Trabalhadores aprovam prorrogação do ACT, mas greve poderá ser deflagrada no dia 03 de setembro

Os trabalhadores em Goiás, com base na proposta do Tribunal Superior do Trabalho (TST) de prorrogar o ACT por mais 30 dias, aprovaram a orientação do Comando Nacional de Negociação da FENTECT.  A deliberação ocorreu durante assembleias realizadas nesta quinta-feira, 29 de agosto, em Goiânia e em cidades do interior.

A orientação do Comando foi de aprovar a prorrogação do ACT por mais 30 dias, com reuniões semanais com ECT, Federações e TST e com data limite para encerramento das negociações no dia 26/09; manter o estado de greve; e aprovar o indicativo de greve para as 22h do dia 03/09, caso a ECT não aceite a proposta de prorrogação.

Durante a assembleia realizada em Goiânia, nesta quinta, o ecetista Antônio Marcos de Lacerda, conhecido como Paulista, falou da falta de negociação por parte da ECT. “Não estou vendo uma Campanha Salarial, não estou vendo negociação. Negociação é quando você apresenta uma proposta e existe uma contraproposta, e dentro dessa negociação vai conversando, uma parte cede e a outra também e vai costurando um acordo. Mas não é isso que está acontecendo”, afirmou.

A diretoria do SINTECT-GO destaca a falta que está sentindo da participação massiva dos trabalhadores nas assembleias. Para o secretário geral, Elizeu Pereira, está difícil entender a inação dos trabalhadores. “Só o fato da ECT propor 0,8% de reajuste salarial, excluir o ticket nas férias, o Vale Peru e o Vale Cultura, já são motivos suficientes para os trabalhadores ficarem indignados, se mobilizarem e lotarem as assembleias”, alegou Elizeu.

 “Os ataques da ECT e o que vem acontecendo no cenário político e econômico do pais deveriam fazer o trabalhador se mobilizar. Só com a participação de todos é que vamos conseguir avançar nesse embate que estamos vivenciando nossa campanha salarial. Precisa que toda a categoria compareça as assembleias para pressionar a ECT e fazer com que ela recue diante de seus ataques e intransigência e, assim, fazer com que a negociação seja resolvida da melhor maneira”, destacou o dirigente sindical, Eziraldo Vieira.

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Campanha Salarial: ECT não sabe quando irá apresentar índice econômico

A ECT afirmou, durante reunião realizada nesta terça-feira, 16 de julho, que não sabe quando irá apresentar o índice econômico por conta das recentes alterações na presidência. Nesta semana iniciaram as reuniões da segunda semana de negociação da Empresa com o Comando Nacional de Negociação.

Na segunda, os Ecetistas em Goiás rejeitaram a proposta apresentada pela ECT e aprovaram o estado de greve. As assembleias de avaliação da Campanha Salarial aconteceram nesta segunda-feira, 15 de julho, em Goiânia e em várias cidades do interior. Demais bases sindicais de todo o país também rejeitaram a proposta da Empresa, que manteve 45 cláusulas e modificou 19, propondo as seguintes alterações:

Redução da quantidade de ticktes E aumento do compartilhamento do Vale Alimentação;

Não pagamento do ticket nas férias;

Exclusão do vale peru (ticket   natal);

Exclusão do vale cultura;

Redução de 60% para 20% o Adicional Noturno

Retirada da gratificação de férias de 70%;

Redução de 200% para 100% o Trabalho em dia de repouso.

 *Com informações do Comando Nacional de Negociação

 

Confira aqui a proposta completa: Documento 01 | Documento 02

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Campanha Salarial: negociações começaram nesta terça

Teve início nesta terça-feira, 02 de julho, em Brasília/DF, as reuniões entre o Comando Nacional de Negociação e a ECT. As negociações fazem parte da Campanha Salarial da Categoria, que reivindica, entre outras coisas a manutenção da assistência do plano de saúde pelo Correios Saúde; Vale Refeição ou Vale Alimentação no valor facial de R$ 45 (quarenta e cinco reais) na quantidade de 30 (trinta) vales, e Vale Cesta no valor de R$ 440,00 (quatrocentos e quarenta reais); e reajuste salarial de 3,79% (de acordo com o INPC) + R$300,00 linear.

De acordo com o calendário de lutas, as reuniões do Comando de Negociação com a Empresa deveriam ter começado no dia 25 de junho, mas a ECT só se pronunciou no dia 27, quando enviou um ofício para a FENTECT marcando a data da primeira reunião, marcada para esta terça, 02 de julho, na Universidade dos Correios em Brasília.

Calendário das reuniões

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Campanha Salarial 2019: Pauta de Reivindicação é referendada em Goiás

Os trabalhadores e trabalhadoras dos Correios em Goiás referendaram a Pauta Nacional de Reivindicações na última quinta-feira, 13 de junho, durante Assembleias realizadas em todo o estado. Além da pauta, construída durante o 35º CONREP, os ecetistas também nomearam o dirigente sindical como membro do Comando Nacional de Negociação.

Principais pontos da Pauta de Reivindicação

Cláusula 28 - ASSISTÊNCIA MÉDICA/HOSPITALAR E ODONTOLÓGICA – Manutenção da assistência pelo Correios Saúde, diretamente pela empresa, que deverá ser responsável por custear o serviço de assistência médica, hospitalar e odontológica aos ecetistas ativos, aposentados (na ativa, desligados sem justa causa ou a pedido, por invalidez), anistiados e aos seus dependentes.

Cláusula 57 - VALE REFEIÇÃO/ALIMENTAÇÃO - Vale Refeição ou Vale Alimentação no valor facial de R$ 45 (quarenta e cinco reais) na quantidade de 30 (trinta) vales, e Vale Cesta no valor de R$ 440,00 (quatrocentos e quarenta reais).

Cláusula 60 - REAJUSTE SALARIAL - Reposição da inflação de 3,79% (de acordo com o INPC) + R$300,00 linear

Cláusula 79 - NÃO À PRIVATIZAÇÃO DA ECT - A ECT, em nenhuma hipótese, poderá ser privatizada e nem aberto o seu capital, devendo ser revogada a Lei nº 12.490/2011 e seus efeitos.

 

Calendário de lutas 

Confira a Pauta de Reivindicações completa aqui.

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Greve geral - assembleias de deflagração de greve serão realizadas no dia 13

Os trabalhadores e trabalhadoras dos Correios em Goiás aprovaram, nesta segunda-feira, o indicativo de greve para às 22h do dia 13 de junho de 2019. Neste mesmo dia, será realizada Assembleia Geral e Assembleias Regionais para os ecetistas deliberarem sobre a decretação de greve.

Entre os diversos motivos para a greve, está a privatização da estatal, que inclusive já foi sinalizada pelo presidente Bolsonaro; o fechamento de várias agências pelo país; a extinção do cargo de OTT; a ameaça de demissão de funcionários em decorrência da privatização; e a extinção das Normas Regulamentares (NRs) do Ministério do Trabalho.

Durante o 35º Conselho de Representantes da FENTECT (Conrep), realizado nos dias 07 e 08 de junho em Brasília, os participantes discutiram sobre todos estes ataques aos ecetistas, e, no último dia, construíram a pauta de reivindicações e o calendário de lutas da Campanha Salarial deste ano.

Veja abaixo o quadro de assembleias


Confira aqui o Boletim do SINTECT-GO Nº16

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35º Conrep: participantes constrói a Pauta de Reivindicações e calendário de lutas da Campanha Salarial 2019

Durante o 35º Conselho de Representantes da FENTECT (Conrep), realizado nos dias 07 e 08 de junho em Brasília, os participantes discutiram sobre todos estes ataques aos ecetistas, e, no último dia, construíram a pauta de reivindicações e o calendário de lutas da Campanha Salarial deste ano.

Calendário de Lutas:

10/06/19 – Sistematização e envio da pauta
10 a 13/06/19 – Assembleias de aprovação da Greve Geral do dia 14 de junho;
10 a 16/06 – Assembleias para aprovação da Pauta Nacional de Reivindicações tirada no 35º CONREP e para escolha dos representantes no Comando Nacional de Negociação e Mobilização;
13/06 – Dia Nacional de Agitação e Propaganda (panfletagem com carro de som);
14/06 - Greve Geral contra o desmonte da previdência com participação de todos os Sindicatos da Fentect conforme deliberação do 35º CONREP;
17/06 – Entrega da Pauta Nacional de Reivindicações para a direção dos Correios e instalação do Comando Nacional de Negociação e Mobilização;
18/06 a 24/06 - Agitação e propaganda (carros de som/ panfletos/ visitas setoriais/atos, etc);
25/06 – Início das Negociações;
08 a 17/07 - Assembleias de avaliação da Campanha de Negociação Salarial;
15 a 19/07 – Agitação e propaganda (carros de som/ panfletos/ visitas setoriais/atos, etc);
22 a 26/07 – Assembleias de Avaliação da Campanha de Negociação Salarial e aprovação do Estado de greve com indicativo de greve geral para 00:00 do dia 01/08/2019;
30/07 – Término das Negociações;
31/07 – Assembleias de deflagração de Greve para 00:00 do dia 01/08/2019

 

Confira a Pauta de Reivindicações completa aqui.

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Nota de repúdio à atitude da ECT em não aceitar a redação do Acordo Coletivo

O SINTECT-GO repudia veementemente a atitude da ECT em não aceitar a redação original do Acordo Coletivo de Trabalho 2018/2019, em uma manobra sorrateira para mudar o que foi proposto pelo Ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Renato de Lacerda Paiva, no dia 07 de agosto de 2018, quando a categoria se preparava para deflagrar uma grande greve nacional. Por conta da intransigência da ECT, a assinatura do Acordo foi adiada e a nova data será informada pela vice-presidência do TST, frustrando a expectativa dos trabalhadores em chegar ao final do mês com um acordo coletivo assinado.

Na última terça-feira, 21, o Comando Nacional de Mobilização e Negociação esteve presente no TST para a assinatura do ACT, no entanto, o vice-presidente de Gestão de Pessoas, Heli Siqueira, se negou a aceitar a redação original do ACT anterior no que diz respeito à cláusula 28, que trata do plano de saúde da categoria. Essa tentativa da ECT em excluir a cláusula 28, como foi apresentado nas negociações com o Comando, ou alterá-la, ocorre porque a cláusula não trata apenas do custeio do plano de saúde, mas de vários pontos importantes para a categoria, como a assistência médica da Empresa em caso de acidente de trabalho, o transporte dos empregados para o hospital conveniado mais próximo em caso de emergência, entre outros.

É importante destacar que o Comando de Negociação esteve com o TST para discutir a proposta apresentada pelo órgão, que era de manter o Acordo Coletivo 2017/2018, com ressalvas a decisão do órgão sobre o Plano de Saúde e o reajuste salarial de 3,68% (diferente dos valores apresentados pela ECT de 1,58% e 2,21%), para evitar qualquer tipo de rasteira da ECT, como está acontecendo agora. Além disso, a própria Empresa lançou vários informes internos, nos dias anteriores as assembleias de avaliação da proposta, afirmando ser favorável a proposta do TST, e agora desrespeitam não só os trabalhadores, mas o próprio Tribunal.

A categoria não irá aceitar mais manobras da ECT, principalmente no que se refere ao plano de saúde. Portanto, vamos permanecer mobilizados, em estado de greve, para a qualquer momento fazermos o enfrentamento contra mais este ataque que a Empresa tenta aplicar nos trabalhadores.

SINTECT-GO

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