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FENTECT questiona ministro do TST sobre documento enviado às federações

Imagem: Reprodução FENTECT

O Comando Nacional de Negociações se encontrou nesta quinta-feira (9) com o ministro vice-presidente do Tribunal Superior do Trabalho, Renato de Lacerda Paiva. O objetivo da reunião foi debater sobre a proposta do Tribunal enviada na última terça-feira (7) à FENTECT e à FINDECT. O documento mudou o rumo das negociações do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). 

O despacho assinado pelo ministro propôs a manutenção do Acordo Coletivo de Trabalho 2017/2018, além do reajuste salarial em 3,68%, que corresponde ao total do INPC. O secretário-geral da FENTECT, José Rivaldo, aprovou o canal de diálogo aberto pelo Tribunal e questionou o ministro quanto à validade desse percentual. "Viemos esclarecer se o índice de reajuste contempla o salário bruto ou somente o salário base", disse Rivaldo ao ministro.

A resposta do ministro Renato foi propor a adequação do documento para contemplar a íntegra dos vencimentos, com exceção do vale-cultura. A previsão é apresentar a nova redação na segunda-feira (13). Além disso, o ministro reconheceu a necessidade de chegar a um acordo que alcance a necessidade dos trabalhadores. "A categoria é uma das mais importantes do país e eles merecem uma atenção especial", ressalta.

Plano de saúde também entra em pauta

José Rivaldo também chamou a atenção do ministro para a revisão do plano de saúde, que é uma demanda dos trabalhadores. "Temos trabalhadores pagando bastante pelo plano de saúde, comprometendo demais o orçamento familiar", destacou o secretário-geral da FENTECT. O ministro disse que o plano de saúde não deve entrar em discussão nesse momento, abrindo a possibilidade para que os sindicatos entrem com Processo de Mediação Pré-Processual para resolver a questão.

O Comando Nacional de Negociações deve se reunir em breve para encaminhar via informe as orientações aos sindicatos. Haverá assembleias em todo o país no próximo dia 14. A proposta de reedição do Acordo fica válida até essa data, de acordo com despacho enviado pelo TST às federações nesta quinta (9).

Informe 13 - Comando Nacional de Negociação

Reprodução: FENTECT

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CAMPANHA SALARIAL: Descaso da ECT nas negociações coletivas!

 

Nas reuniões de negociação desta sexta-feira, dia 13, a Empresa propôs retirar o 3º parágrafo da cláusula 28, que garante a assistência médica/hospitalar sem compartilhamento para os de acidentes de trabalho. Na apresentação econômica financeira, a empresa novamente enfatizou o “déficit”, alegando não ter caixa e que há um prejuízo operacional. Já na questão do reajuste salarial, segundo a representação da Empresa, a orientação do governo é de reajuste zero!

Segundo o comando da ECT, as propostas de retirada de direitos representa para ela uma economia de R$ 880 milhões, e que estão sendo realizadas para atender às orientações da planilha do governo! 

A representação da Empresa ainda solicitou que o comando se reunisse na próxima terça-feira, 17, dia em que o presidente, Carlos Fortner, estaria buscando uma proposta para ser apresentada junto ao Planejamento.

Preparem-se para o grande enfrentamento que se aproxima! Não aceitaremos essa proposta de redução e ataques aos nossos direitos!

FIQUEM FIRMES E MOBILIZADOS, SÓ A NOSSA UNIDADE PODERÁ MUDAR ESSE QUADRO!

LUTAR SEMPRE TEMER JAMAIS!

PRA CIMA COMPANHEIRADA!

Direitos se ampliam, não se retiram!

Ueber Barboza

Membro do Comando Nacional de Negociação e Mobilização da Fentect

SINTECT/GO

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Campanha Salarial: Confira o dia a dia das negociações

 

Os ecetistas estão em Campanha Salarial, momento ímpar para a categoria, pois é neste período que as reivindicações dos trabalhadores são colocadas em cheque. A primeira reunião do Comando Nacional de Negociação e Mobilização (CNNM) foi realizada no dia 14 de julho com a participação de representantes dos trabalhadores e da ECT.

Na primeira reunião, os representantes da Empresa apresentaram o projeto de reestruturação e sugeriram que as negociações fossem feitas em mesa única com a presença das duas federações. Logo de inicio, eles ameaçaram envolver o Tribunal Superior do Trabalho para mediar às negociações, atitude que foi imediatamente negada e rebatida pelos trabalhadores.

Na reunião do dia 16 de julho, as primeiras discussões giraram em torno da PLR 2013, pois parte dos ecetistas receberam o menor valor, cerca de R$200,00, e outra parte recebeu em média R$600,00. Posteriormente foi discutido o descumprimento de várias cláusulas do ACT em vigência, entre elas: Cláusulas 06 - Garantias ao Empregado Estudante; 09 - Adicional de Atividade Distribuição e Coleta - AADC; 28 - Assistência Médica/Hospitalar e Odontológica; 33 - Empregado Inapto para Retorno ao Trabalho; 36 - Itens de Proteção no Caso de Baixa Umidade Relativa do Ar; 37 - Itens de uso e Proteção ao Empregado; 38 - Prevenção de Doenças; 40 - Saúde do Empregado; 41 - Distribuição Domiciliária; entre outras.

Em relação à PLR 2014, que ainda não foi paga, a Empresa disse que não irá pagar, deixando os trabalhadores indignados, tendo em vista que no último ano os Correios investiram em sua logomarca e nas Olimpíadas. Ao ser questionada sobre a falta de efetivo, a ECT informou que a publicação de edital de um novo concurso já está em andamento.

Na terceira reunião, 21 de julho, foi alterada a Ata proposta pela representação da Empresa referente à reunião anterior, que também afirmou no documento que o concurso público será por tempo indeterminado. Durante a tarde foi debatido as cláusulas do ACT 2014/2015 que a Empresa vem descumprindo. Em relação à PLR 2013, a ECT alegou que só fará o pagamento do maior valor aos trabalhadores cuja base sindical assinar o Acordo. Contudo, após discussão, a Empresa concordou que as negociações aconteçam mediante seis membros da Federação e um por Sindicato.

A reunião do dia 22 de julho teve inicio com discussões acerca das cláusulas sociais. Na ocasião a Empresa alegou que houve muitos avanços nas cláusulas ao longo dos anos e por isso preferiu por reeditar as cláusulas. Em relação à Cláusula 01 – Anistia, a representação dos trabalhadores solicitou que sua participação na Comissão de Anistia fosse aumentada, e passasse a ser de seis membros, e que fosse acrescentado ao parágrafo 3º o seguinte termo “que a ECT realizará estudo quanto ao impacto financeiro no tocante ao pagamento integral dos encargos durante o período de afastamento com a devida adequação salarial”. Já em relação à Cláusula 02 – Aposentados, a ECT afirmou que manterá a cláusula conforme o acordo coletivo em vigência e optou por discutir as reivindicações relacionadas às áreas de saúde e econômico-financeira nas cláusulas específicas.

Perante as reclamações feitas sobre os descumprimentos das cláusulas 15 – Acesso às dependências e 17 – Desconto assistencial, a Empresa formulou um memorando que será encaminhado as DR’s, orientando o cumprimento das mesmas. Já em relação às cláusulas 31 – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA); 33 – Empregado Inapto para retorno ao trabalho; 34 – Ergonomia na empresa, 35 – Fornecimento de CAT/LISA, 37 – Itens de uso e proteção ao empregado; 39 – Reabilitação profissional e 40 –Saúde do empregado, a Empresa pediu que o CNNM assinalasse os problemas para posterior análise.

No dia 23 de julho as discussões tiveram inicio com a cláusula 03 – Assédio Sexual e Assédio Moral. A representação dos trabalhadores solicitou a criação de uma comissão paritária que tratar dos casos de assédio nas regionais e exigiu o fim das ferramentas de gestão, como o SAP, SGDO, SID e o GCR. Eles também reivindicaram que os manuais da ECT sejam discutidos previamente com a categoria, e que seja incluído no parágrafo 3º a seguinte frase: “Havendo a comprovação da denúncia ou, em não se constatando os fatos denunciados, em ambos os casos, as vítimas, se solicitarem, receberão a orientação psicológica pertinente”. A Empresa informou não haver problema em criar a comissão. Quanto ao acréscimo no 3º parágrafo, a ECT se comprometeu a encaminhar a proposta para avaliação.

Em relação à cláusula 04 -Discriminação racial, os trabalhadores negaram o estudo Efetivo por Raça ( realizado pela ECT) como parâmetro para a implementação de políticas raciais/ étnicas, uma vez que ele não reflete a realidade do efetivo na Empresa. Eles também solicitaram que a Empresa estabeleça cotas de 50% das bolsas estudos para mulheres, negros e índios; que se crie um Grupo de Trabalho entre a ECT e as representações sindicais para discutir o tema em âmbito nacional. Além disso, a representação dos trabalhadores solicitou também mais precisão nas apurações de casos de discriminação racial dentro da Empresa.

A cláusula 08 – Programa Casa Própria e GT de Anistia foram as principais discussão da reunião do dia 28. Na ocasião, os representantes dos trabalhadores analisaram que o número de trabalhadores beneficiados no programa Meu Endereço é pequeno, e exigiram a transparência em todas as ações do programa.

Já no dia 29 de julho, a discussão girou em torno das questões das mulheres. Uma das principais questões debatidas foi a rotina árdua de trabalho na empresa para as gestantes, por isso o comando solicitou que a ecetista, assim que for constatado a gravidez, seja transferida para o trabalho interno sem prejuízo da  remuneração.

Foi debatido na reunião do dia 04 de agosto as cláusulas 02 – Aposentados, 06 – Garantias ao empregado estudante e 07 – Licença Adoção. Não houve avanço na discussão, e a Empresa afirmou que irá reeditar o ACT 2014. Já em relação a retirada do AADC, a ECT alegou que este assunto é judicial.

Já na reunião do dia 05, foi discutido a necessidade de um calendário unificado, assim como os principais eixos da Campanha Salarial: Reestruturação da ECT (Correios Par);  Concurso Público; Pagamento da PLR;  Condições de trabalho;  Postal Saúde;  AADC e Periculosidade;  Unificar nossa luta com a de outras categorias; e  Moção de repúdio à direção da empresa.

Nos dias 06 e 11 de agosto não houve reuniões, pois as mesmas foram desmarcadas pela ECT. Nas reuniões posteriores, que ocorreram nos dias 12 e 13, a Cláusula 28 – Assistência Médica/Hospitalar e Odontológica começou a ser discutida, porém a ECT afirmou que a redação da cláusula “está em análise e propuseram que esta seja discutida em reunião posterior”. A representação dos trabalhadores acredita que este faz parte de um novo ataque ao plano de saúde como também do processo de reestruturação que vem sendo aplicado na ECT.

Durante as reuniões dos dias 18,19 e 20 de agosto foram discutidos os temas relacionados às Cláusulas: 33 – Empregado Inapto para Retorno ao Trabalho; 34 – Ergonomia na Empresa; 35 – Fornecimento de CAT/LISA; 36 – Itens de Proteção no Caso de Baixa Umidade Relativa do Ar; 37 – Itens de Uso e Proteção ao Empregado; 38 – Prevenção de Doenças; 39 – Reabilitação Profissional; 40 – Saúde do Empregado e as Cláusulas propostas pela Pauta Nacional da Categoria: “Plantão Ambulatorial” e “Convênio Farmácia”, porém, como sempre, não houve nenhum avanço.

Já nas reuniões dos dias 25, 26 e 27 de agosto, a ECT prometeu que na próxima reunião, que será realizada nesta terça-feira, 01, apresentará a proposta quanto à modificação da Cláusula 28 – Assistência Médica/Hospitalar e Odontológica e Cláusula 41 – Distribuição Domiciliaria, e no dia 02/09 se posicionará em relação às paralisações nacionais ocorridas em 18/03, 15/04 e 29/05 de 2015, bem como das paralisações ocorridas nas regionais e debate das cláusulas que ficaram pendentes de resposta. Ainda de acordo com a representação da Empresa, na reunião do dia 03 ela apresentara as propostas de reajuste salarial e de benefícios.

 

Confira aqui todos os Informes da Campanha Salarial 2015

Autoria: Laryssa Machado - Assessoria de Comunicação SINTECT-GO

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ECT rejeita contraproposta dos trabalhadores e comprova intransigência para negociar




A ECT, em resposta à contraproposta da Fentect enviada na sexta-feira (27/09), disse já ter apresentado proposta final no limite de sua capacidade financeira, o que sabemos ser mais um engodo. A Federação recebeu o documento da Empresa nessa segunda-feira (30/09).

No documento, a Empresa afirmou que o reajuste de 8% sobre o salário e 6,27% sobre os benefícios é o limite do que pode conceder e que vai esperar o julgamento do dissídio no TST, comprovando mais uma vez a sua intransigência em não querer negociar com a categoria.

O nosso Ato nacional, que estava marcado para o dia 03/10, foi adiado para o dia do julgamento. O Dissídio Coletivo de greve está marcado para às 14h30 da próxima terça-feira (08/10) no TST. O relator será o ministro Fernando Eizo Ono.

A Empresa continua apelando em seus informativos internos, mas não devemos nos deixar levar por essas informações da ECT, por isso, devemos continuar firmes na greve até lá. A ECT se manteve intransigente durante toda a Campanha Salarial, achando ainda que os trabalhadores iriam recuar com o teatro da "assinatura" do suposto acordo com os sindicatos de São Paulo e Rio de Janeiro e, também, com as várias ameaças a categoria. Porém se enganou.

Demonstraremos mais uma vez a força da categoria unida em greve, com um grande ato em Brasília, no dia do julgamento.
 
Fonte/Autoria: Fentect
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Convocação para o ato nacional em Brasília quinta-feira, 3 de outubro

A direção da FENTECT e o Comando Nacional de Mobilização Negociação convoca os trabalhadores para um ATO NACIONAL em Brasília, na próxima quinta-feira, dia 3 de outubro.

O julgamento do dissídio coletivo ainda não tem data marcada, mas deve ocorrer a qualquer momento, especialmente porque na data de hoje a empresa respondeu à FENTECT rejeitando (clique aqui para ler a resposta da empresa) a contraproposta aprovada por alguns sindicatos.

O ATO deve ser nacional e uma unificação dos trabalhadores em greve. A categoria deve aproveitar esse momento fortalecer sua luta neste momento em que a empresa entrou com o dissídio coletivo unilateralmente

A empresa e o Tribunal do Trabalho procuram nos ganhar pelo cansaço. Vamos mostrar para eles que os trabalhadores não serão vencidos quando seus interesses estão em jogo. Precisamos tomar medidas de força, em defesa do nosso plano de saúde, em defesa do sustento das nossas famílias.

Vamos fortalecer nossa greve com ações diversificadas em todos os estados, e em Brasília realizar um grande ato, a exemplo do ATO do dia 30 de agosto que mostrou para a empresa nossa disposição para a luta fez a empresa sair dos 5% apresentado inicialmente.

Os sindicatos devem organizar caravanas, colocar ônibus à disposição para quantos trabalhadores conseguir convocar. Em SP e RIO a FENTECT vai organizar ônibus para levar os trabalhadores em greve.

Nessa iniciativa são também importantes os trabalhadores de Brasília que também podem mobilizar seu companheiro de trabalho e levar para frente do Ed. Sede da empresa e garantir a força do ATO na sua cidade. Vamos acampar em frente ao prédio da empresa e realizar atividades com outras categorias em greve para garantir as nossas reivindicações.

Lotar o pátio do Ed. Sede da empresa no dia 3 de outubro e fazer um grande acampamento de trabalhadores. Em defesa do Correios Saúde, e reajuste salarial!
 
Fonte/Autoria: Fentect
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Fentect protocola contraproposta e deixa ECT em xeque





Os membros do Comando de Negociação da Campanha Salarial 2013/2014, protocolaram, na última sexta-feira (27/09), a contraproposta elaborada pelo Comando e aprovada pela maioria dos Sindicatos filiados à Fentect, em suas assembleias. O texto, protocolado no Tribunal Superior do Trabalho (TST), destinada aos Ministros da Seção de Dissídios Coletivos do TST e, em especial, ao relator do Dissídio Coletivo suscitado pela ECT, Ministro Fernando Eizo Ono e também na ECT, prevê:
 
1º. Manutenção da Assistência Médica (Correios Saúde) nos moldes atuais e extensivos aos novos empregados, mantendo-se a ECT como gestora direta do Correios Saúde, sem a possibilidade de gestão por qualquer outra entidade;

2º. Abono dos dias parados, incluindo as paralisações dos dias 11/07 e 30/08, comprometendo os trabalhadores a colocar a carga represada por conta da greve nacional em dia;

3º. Reajuste salarial de 8% extensivo a todos os benefícios;

4º. Aumento linear de R$ 100,00;

5º. Implantação da Entrega Postal matutina em todo o território Nacional;

6º. Pagamento de Auxílio-Creche a todos os funcionários, sem discriminação;

7º. Contratação imediata de mais trabalhadores, através de Concurso Público, em substituição aos terceirizados e MOT’s;

8º. Isonomia das gratificações de função motorizada pelo maior valor em todas as DR’s.
 
A Fentect denuncia que a ECT está utilizando sua rede interna para praticar atitudes ilegais, coagindo os trabalhadores no ambiente de trabalho e causando confusão quanto às tratativas do Acordo Coletivo de Trabalho. A Empresa tenta iludir os trabalhadores com a falsa expectativa de avançar nas negociações regionais, uma atitude contraditória, tendo em vista que os Correios haviam se manifestado no sentido de esperar a decisão do julgamento do Dissídio Coletivo.
 
Numa demonstração de desespero frente à firmeza dos trabalhadores em manterem a Greve Nacional, a Direção dos Correios tem utilizado seus informativos, especialmente o Plantão do Acordo, para mentir, assediar e coagir os trabalhadores e as diretorias dos sindicatos a aprovarem a última proposta da ECT, já rejeitada pelas assembleias, e aprovada, contra a vontade dos trabalhadores, pelas diretorias sindicais de SP, RJ, RO, RN e Bauru, um golpe que resultou num pseudo-acordo que ataca nosso plano de saúde e que agora tentam estender às demais bases sindicais.
 
Entendemos que, se a ECT pretende reabrir as negociações, deve fazê-lo com os trabalhadores legitimamente eleitos e indicados pelos sindicatos para representar a categoria em nível nacional, ou seja, o Comando Nacional de Negociação e Mobilização da FENTECT. Repudiamos a postura antidemocrática e anti-sindical da Direção dos Correios e alertamos os companheiros a não se deixarem enganar com falsas promessas das Diretorias Regionais. Informamos que o Departamento jurídico da FENTECT já está tomando as medidas legais junto ao TST e Ministério Público do Trabalho para coibir tais atitudes da direção da ECT. A Fentect orienta que os trabalhadores permaneçam em greve e ampliem a mobilização.
 
Fonte/Autoria: Fentect
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Negociação segue com ECT não se comprometendo em quase nada

A reunião começou com a apresentação e discussão da proposta de cronograma de discussão em blocos. O primeiro assunto discutido foi a questão da mulher. A proposta da Empresa é de manter o que já existe hoje como garantia e estabelecer outro fórum de discussões exclusivo para debate das questões da mulher. A Federação disse que aceitaria fazer um fórum específico para discussão das questões da mulher, desde o mesmo seja realizado dentro do período de negociação da Campanha Salarial e de que a ECT se comprometa a avançar. A data da reunião ficou estabelecida para 02/09.

A próxima cláusula discutida foi 60, que trata dos cursos e reuniões obrigatórios. A ECT alega que a maioria dos pontos reivindicados na pauta da Fentect já são atendidos pelo regulamento da Empresa, como o respeito ao horário de trabalho e coerência entre temas dos cursos e funções desempenhadas, o que sabidamente não é a realidade. A Fentect reivindicou que os cursos e reuniões deverão ser realizados no horário de expediente. Ficou garantido que a convocação para estes eventos deverá ser feita com 72 horas de antecedência. A ECT ficou de apresentar quais seriam as exceções desses cursos e reuniões obrigatórias. 

Na sequência foi debatida a cláusula 61- Seguro e manutenção da frota operacional, multas de trânsito e qualificação do motorista/motorizado. A Federação questionou a falta de adequação da Empresa ao modelo de mercado, onde acidentes são considerados responsabilidade das empresas e não do trabalhador, uma vez que esse risco já é intrínseco à sua função. A Fentect não aceita que qualquer dano ou prejuízo causado aos veículos seja imputado ao trabalhador. Além disso, foi cobrado o compromisso da Empresa em fornecer e manter os veículos em boas condições de uso. Os representantes da Empresa se comprometeram a trazer o resultado de um estudo do assunto futuramente.
 
O ponto final discutido foi o 62, que fala sobre o transporte noturno que é muito inconstante e acaba prejudicando o trabalhador, que passa horas aguardando. Para este ponto a Empresa também ficou de dar um retorno. 
 
Fonte/Autoria: Fentect
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ECT mostra desinteresse em negociar Campanha Salarial


Empresa não demonstra interesse em negociar e mais uma vez a reunião de negociação é marcada por joguinhos, impasses e nenhuma discussão das pautas da Campanha Salarial em si


Mais uma vez a Empresa deixa claro que não está interessada em realizar uma negociação efetiva da Campanha Salarial. Na reunião realizada na manhã de da última quinta-feira (08) na Universidade dos Correios, logo de cara foi abordado o impasse do formato das negociações, que se prolongou por todo o encontro. A proposta da Empresa foi de que o número de representantes fosse flexibilizado “até o limite de 8 pessoas da Fentect”. E mais: permaneceu insistindo em manter os 5 integrantes da “Federação” Pirata à mesa de negociação e em não permitir a transmissão ao vivo.
 
A ECT alega que o número apresentado pela Fentect - que é estatutário, portanto, não negociável – de 11 pessoas na mesa de negociação mais 30 como plateia, não é viável. Ou seja, a ECT, que como uma empresa pública deveria respeitar a legislação, está tentando passar por cima das leis e impedir o processo de transparência durante as negociações, determinar quem deve ou não participar das negociações, e o pior: obrigar Federações distintas a negociarem em conjunto.
 
Segundo a Secretária-geral da Fentect, Anaí Caproni, a lei no Brasil não permite que o empregador escolha quem é o negociador. “O empregador também não tem amparo legal para colocar outras pessoas na mesa de negociação que não sejam da representação legal dos trabalhadores. Não existe isso do negociador exigir que duas Federações negociem juntas. Isso pode, inclusive, ser objeto de ação judicial. Me espanta o nível de arbitrariedade dessa exigência, que é claramente uma forma de desrespeitar os trabalhadores e atrasar as negociações”, afirma Anaí.
 
Na realidade, expõe Anaí, o que a ECT pretende ao colocar a “Federação” Pirata e a Fentect juntas na mesa de negociações é legalizar a situação dos piratas perante os trabalhadores. “Ninguém pode obrigar uma Federação à se reunir com pessoas consideradas inimigas, que estão atuando de forma ilegal contra a Federação e os trabalhadores, promovendo, inclusive, ataques pessoais contra os representantes da Fentect”, fundamentou Anaí.
 
Para ela, a insistência nesse ponto tem a intenção exclusiva de atrasar as negociações. “Não vamos sentar com o Findect, isso não vai acontecer. Hoje já seria a segunda reunião, mas nada foi discutido, pois há insistência em forçar essa situação humilhante e de ilegalidade. Poderíamos estar discutindo vários pontos de pauta, mas a Empresa insiste nesses entraves. Já estamos em agosto, e os trabalhadores tem urgência dessas decisões”, pondera a secretária-geral.
 
Mesmo após a fala de vários companheiros nesse sentido, os negociadores da empresa seguiam insistentemente batendo no ponto de que é impossível negociar com 41 pessoas, aparentemente ignorando a informação relembrada a todo momento de que apenas 11 participarão efetivamente da mesa de negociação.
Após horas de discussão em torno dos impasses foi dado um intervalo. Ao retornar os representantes da Empresa afirmaram que vão levar a sensibilidade apresentada pela Federação na reunião com relação aos pontos. Se comprometeram a pedir celeridade na questão da decisão em torno das filmagens e acataram que as negociações sejam feitas com 11 membros do Comando na mesa , além de discutir a questão dos 30 integrantes que compõe a plateia.

A nova reunião ficou agendada para esta segunda-feira (12) foi transferida para a próxima quarta-feira.
 
Fonte/Autoria: Fentect
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Campanha Salarial: primeira reunião entre Comando e Empresa será amanhã

Nesta terça-feira, dia 6, será realizada a primeira reunião de negociação entre a Fentect e a diretoria dos Correios da Campanha Salarial 2013/2014, na sede da ECT, em Brasília. O companheiro Ueber Ribeiro Barboza é o representante de Goiás no Comando Nacional de Negociação da Fentect, e estará presente à reunião.

Neste primeiro encontro, o Comando e a Empresa devem acordar acerca do calendário das negociações, horários das reuniões e sequência dos temas a serem abordados, entre outros pontos. Acompanhe o resultado desta e das próximas reuniões no site do Sintect-GO.
 
Fonte/Autoria: Daniela Martins
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ECT insiste em vincular PLR à GCR

  • Publicado em PLR

 


Na última discussão entre a Empresa e a Comissão de PLR da Federação, questão da GCR foi uma das poucas a gerar impasse


Na reunião de da última quarta-feira, 27, realizada entre a ECT e a Comissão de negociação de PLR da Fentect foram discutidas ponto a ponto as cláusulas da PLR com base nas propostas da empresa e da Federação. Ao fim do encontro, ficaram acordadas as seguintes cláusulas, fechadas com base no acordo de PLR 2011:

1º - Objetivo da PLR;
3º - Licença Maternidade/Adoção;
4º - Demissão a pedido;
5º - Empregados cedidos/requisitados;
6º - Liberação de dirigentes e delegados;
8º - Desligamento no período de experiência;
9º - Desligamento por justa causa;
11º - Acidente por de trabalho;
12º - Lei de Greve;
13º - Licença Médica;
16º - Vigência do acordo;

Além desses pontos, chegou-se a um consenso também nas questões relativas aos Assessores Especiais e aos Anistiados, assuntos que não constavam na proposta da Fentect. Como pontos pendentes, ou seja, aqueles em que a Federação apresentou alguma proposta, mas que ainda precisarão ser apresentados pela equipe de negociação para análise da direção da ECT, ficaram:

7º - Suspensão disciplinar: a proposta da Fentect é de manter o texto de 2011, mas garantir que o trabalhador com mais de 10 dias de suspensão receba 50% da parcela individual da PLR.

10º - Falta injustificada: de acordo com texto acordado 2011.

14º - Modelo de distribuição: a proposta da Fentect é de 70% corporativo e 30% individual.

15º - Indicadores de resultados: Federação quer suprimir o IDO.

Outras exigências da comissão de Negociação da PLR foram no tocante dos pontos mais polêmicos da Proposta: a Parcela Estratégica e a GCR. Quanto a Parcela Estratégica, foi proposto que a cláusula seja retirada da PLR. A sugestão da mesa é que a Parcela seja excluída e substituída por algum mecanismo que distribua os lucros respeitando um piso e um teto pré-estabelecidos, desde que não haja diferença maior que cinco vezes entre o menor e o maior valor a serem pagos. A medida será benéfica para todos, pois se o piso melhorar, melhora também o teto. A sugestão, no entanto, ainda precisa passar pela aprovação da diretoria da Empresa.

Quanto ao GCR, a Federação foi firme ao afirmar que é crucial a exclusão do mesmo para fins de fechamento de acordo. De acordo com a Fentect, o GCR é muito subjetivo, deficiente e afetado por práticas obscuras de gestores despreparados ou mal intencionados. Além disso, a Empresa não dá condições de trabalho para o cumprimento de metas, tanto com relação ao efetivo quanto aos equipamentos. A Federação não vai aceitar que essa ferramenta continue a ser usada como meio de punição do trabalhador.

Ficou agendada a próxima reunião para 02/04, onde a empresa apresentará resposta em relação às cláusulas pendentes.
 
Fonte/Autoria: Fentect
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