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Saúde do Trabalhador (40)

Trabalhador, sua saúde não está à venda! Cuide-se e busque os seus direitos!

 Pode parecer óbvio dizer que uma pessoa está saudável quando não está doente. A Organização Mundial da Saúde (OMS), em 1946, definiu saúde como um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas como a ausência de doença ou enfermidade.
 A percepção do conceito de qualidade de vida também tem muitos pontos em comum com a definição de saúde. Desse modo, percebe-se a necessidade de analisar o corpo, a mente e até mesmo o contexto social no qual o indivíduo está inserido para conceituar melhor o estado de saúde(https://saudebrasil.saude.gov.br/eu-quero-me-exercitar-mais/o-que-significa-ter-saude).
 Feita esta introdução, observamos que nos últimos anos, está ocorrendo um aumento exponencial de trabalhadores dos correios que apresentam algum tipo de DORT (dor relacionada ao trabalho). Isto nos preocupa bastante pois, entendemos que, o local de trabalho não deva ser o gerador de impossibilidades físicas e emocionais para o próprio trabalho!
 As queixas e reclamações são diversas e variam de dores na coluna (principalmente na porção lombar), articulação do punho, nos joelhos, tornozelos entre outras. Além disso, temos observado o aumento de dores musculares nos relatos dos trabalhadores e um mal que vem aumentado de forma terrível, os problemas emocionais e psicossomáticos.
 Desde 2011, a ECT não realiza concurso público e isso reflete diretamente na sobrecarga de trabalho. Na contramão deste dado, observamos um aumento gigantesco nas estatísticas do e-commerce. Esta é uma conta que não fecha! Em meio aos discursos de privatização da estatal, observamos a redução da mão de obra versus o aumento do fluxo de trabalho. Tal situação expõe o “elo mais fraco da corrente”, o trabalhador de base.
 A jornada de trabalho já é extenuante e, como se isso não fosse o bastante, as “convocações” tem se tornado uma prática constante, seja em feriados e até mesmo aos domingos!
Fazendo uma análise cinéticofuncional da situação, observamos que este “overuse” (uso em excesso) sem o devido repouso seja ele físico e/ou emocional está adoecendo a categoria profissional de Correios. E, antes que alguém pense em exagero, basta verificar a quantidade de absenteísmo por lesões e as pilhas de processos que lotam as prateleiras do INSS.
 O intuito deste artigo informativo é fazer que o trabalhador reflita e pense em sua saúde! Busque meios para uma prática de alongamentos antes do expediente e após a jornada de trabalho. Lamentavelmente, nem o serviço de ginástica laboral é oferecido nas unidades pela empresa. Portanto trabalhador, CUIDE-SE! Sua vida, saúde e seus familiares que te amam almejam que você esteja bem!
 Evite movimentos de flexo-extensão da coluna lombar de forma desnecessária, opte por dobrar os joelhos e trazer a carga até a altura do tórax (NR-11). Não levante pesos que não suporte! Peça ajuda! Uma lesão de hérnia de disco pode te custar muito caro! E geralmente as sequelas são devastadoras. Em caso de descumprimento das normas de saúde no trabalho, acione o SINTECT-GO pois, fiscalizar e verificar as denúncias é nosso papel. Além do desgaste físico e emocional (pressões por resultado e desgastes interpessoais), fomos considerados “essenciais” pelo governo federal que nos colocou em alta exposição com o vírus SARS-COV2.

 Muitos de nossos colegas já perderam suas vidas para o Novo Coronavírus! Portanto, fica nosso alerta! PREVINA-SE! Cobre da empresa condições para trabalhar em segurança, ENTRETANTO, utilize os recursos oferecidos! Não pague com sua vida para ver “SE”... era somente uma “gripezinha”! Leve em sua rota ou em seu posto de trabalho o álcool em gel e mantenha sempre o distanciamento do cliente e pessoal de forma geral. Tendo sintomas, procure IMEDIATAMENTE o serviço médico para realizar a testagem. Mais rápido o diagnóstico, menor o risco de infecção em massa como já observamos aqui em Goiás, lamentavelmente, inclusive, com a perda de um colega.

 Em meio a tantas mazelas que os trabalhadores vêm enfrentando nos últimos anos, temos também, além da sobrecarga de trabalho, o assédio moral que se tornou uma ferramenta na mão de muitos gestores para cobrar resultados e pressionar o trabalhador a abrir mão de seu direito de repouso, sob ameaça de punição! Um verdadeiro assédio moral coletivo institucionalizado!
 Observamos, mediante a estas situações, o aparecimento de casos de depressão, síndrome de Burn-out, aumento nos casos de alcoolismo e outros entorpecentes que levam à desagregação familiar e até ao suicídio, como já ocorrido. Esta pressão psicológica, associada aos demais problemas que são vivenciados dia após dia no local de trabalho, vão somando-se a ponto do trabalhador se encontrar “estranho” a este ambiente, culminando na desagregação social que, por sua vez, torna o trabalhador menos produtivo, não se sentindo parte da equipe, aumentando inclusive riscos de violência doméstica e, em casos extremos, até no local de trabalho.
 A luta por um ambiente de trabalho saudável é uma luta diária e possível! No âmbito da saúde, temos três possibilidades: Prevenção, Tratamento e Reabilitação! Nós entendemos que “prevenir” é o melhor remédio.
#SomosEssenciais e temos consciência disso e de nosso papel para a sociedade e para aqueles que realmente nos amam e querem nosso bem! Nossa Família! Lembre-se, para o sistema somos estatísticas! Matrículas! Que hoje servem, mas, que ao embaraço de saúde somos substituíveis. Pense nisso!
 SUA SAÚDE NÃO ESTÁ À VENDA! Esteja atento a TODAS as chamadas do SINDICATO! Nossa luta é defender o direito dos trabalhadores (as)! Seja em qualquer área!

#Faça sua parte! Auxilie no processo de humanização das relações no trabalho!
#Temos direito a saúde! Temos direito a vida! Temos direito a vacina!
#Não ao autoritarismo! Não à privatização dos Correios do Brasil!


Diretoria Colegiada
Alexandre Duarte Ferreira
Sec. De saúde do SINTECT-GO
CREFITO 203130-F 11ª região

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ECT aumenta percentuais do plano de saúde em 50% embora o aumento decidido no dissídio de greve ter sido de 30%

O ano novo começou com ataques aos trabalhadores dos Correios. Na última sexta-feira, 03 de janeiro, a Empresa anunciou no “Primeira Hora” a nova forma de custeio do plano de saúde, cuja coparticipação dos trabalhadores aumentaram em 50%, contrariando o percentual de 30% definido no julgamento do Dissídio Coletivo de greve pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) em outubro. Caso o ataque continue, os trabalhadores poderão entrar em greve no dia 30 de janeiro.

Como o judiciário está em recesso, as Federações e Sindicatos acreditam que o aumento foi uma estratégia para que os ecetistas saíam do plano de saúde, uma vez que no informativo é dado um prazo para os trabalhadores se manifestem. Atualmente o plano de saúde é um dos obstáculos para que a estatal seja vendida, mas o maior é o fato da Constituição Federal prever que a manutenção e prestação do serviço postal compete à União.

Neste sentido a FENTECT orienta que os trabalhadores não assinem nada e nem saim do plano de saúde. A assessoria jurídica da Federação está tomando as devidas providências para barrar mais esse ataque e está entrando também com um pedido de liminar no Supremo Tribunal Federal (STF) e no TST.

Além disso, a a diretoria da FENTECT se reuniu no dia 06 de janeiro e definiu o seguinte calendário:

• 15/01/2020 - Reunião da diretoria colegiada da FENTECT;

• 16/01/2020 - Reunião da colegiada com a participação dos sindicatos filiados;

• 29/01/2020 - Assembleia para votar o indicativo de greve;

• 30/01/2020 - Indicativo de paralisação.

 

Atualizada no dia 07/01/2020

Com informações da FENTECT

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Saiba como conferir o valor de suas despesas médicas no site da Postal Saúde

O SINTECT-GO tem recebido diversos questionamentos dos trabalhadores acerca das despesas médicas no contra-cheque. Como é lançado o valor total, o beneficiário não tem como distinguir qual foi o exame, se o gasto foi dele ou do dependente, se é o valor total ou se restou resíduo para o mês seguinte, entre outros.

Assim, preparamos um passo a passo para que o trabalhador possa acompanhar suas despesas na Postal Saúde. Confira:

Entre no site da Postal Saúde (https://www.postalsaude.com.br/minhapostal) com seu CPF e senha. Caso não tenha uma senha cadastrada, clique em esqueci minha senha e o sistema irá enviar um código para o seu email e você poderá gerar uma senha. Na página inicial, clique na aba Extrato, localizado no menu esquerdo. Escolha a competência (que é o mês e o ano) que deseja verificar. No documento gerado, denominado Extrato de Utilização, será descrito todos os procedimentos realizados pelo titular e ou pelo(s) seu(s) dependente(s) e o que foi gasto em cada unidade de saúde (por exemplo: consultas, exames, materiais como seringas, luvas e outros). No final do documento está o gasto total do procedimento, denominado como sub-total do beneficiário, sem descriminar o valor da coparticipação.

Para verificar o valor de coparticipação (valor que será lançado no contracheque do trabalhador), o ecetista precisa clicar na aba Ficha Financeira, no menu esquerdo. Abrirá uma nova página com seis janelas. Clique na janela Ficha Financeira – Plano Correios Saúde II (que tem as competências mais recentes). Um novo documento será aberto, onde são descritas as despesas médicas mensais, a remuneração do trabalhador, o valor da despesa (total) e o valor da coparticipação (o que será pago pelo trabalhador, conforme percentuais definidos no Acordo Coletivo ou Sentença Normativa do TST). No documento também são descritos o teto e a margem para desconto e a situação do pagamento, se houve quitação integral dentro do mês ou se sobrou resíduo que se somará aos gastos do mês seguinte para desconto até a margem. Lembrando que os resíduos podem ser quitados pelo trabalhador por meio de emissão de boleto no site da Postal Saúde.

Guia para o imposto de renda também pode ser retirado no site da Postal Saúde.

Confira aqui passo a passo de como acessar o Extrato de Utilização e a Ficha Financeira da Postal Saúde

Esclarecimento sobre o não compartilhamento em caso de doença ocupacional ou acidente de trabalho pode ser conferido aqui.

 

Matéria redigida por Laryssa Machado

Reprodução autorizada mediante indicação da jornalista responsável e da fonte: Site do SINTECT-GO

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Plano de Saúde: Trabalhador acidentado ou com doença ocupacional não precisa pagar coparticipação

Está assegurado no Acordo Coletivo da Categoria, no §3º da cláusula 28, no Manual de Pessoal (MANPES) e no Manual da Postal Saúde que o trabalhador que sofre um acidente de trabalho ou é diagnosticado com uma doença ocupacional não precisa pagar coparticipação ao usar o plano de saúde para algo relativo ao acidente e/ou doença. Contudo, isso não é do conhecimento de todos os trabalhadores, que acabam tendo a coparticipação das guias descontado em seus contracheques.

É a ECT que arca com o valor integral das guias utilizadas pelo trabalhador no caso de acidente de trabalho ou doença ocupacional. Entretanto, como o prestador de serviço (hospital, médico ou clínica) não tem autonomia para vincular o atendimento ao Acidente de trabalho ou doença ocupacional, ele registra a guia sem esse destaque, a envia à Postal Saúde, que repassa aos Correios, e por fim desconta a coparticipação dos trabalhadores de forma indevida.

Para que não seja descontado a coparticipação, é necessário que o trabalhador tenha uma guia de autorização sem compartilhamento, que ele poderá solicitar na Unidade de Representação Regional (URR), notificando o acidente de trabalho ou doença ocupacional, ou através do telefone 0800 888 8116 (em todo o Brasil). Em Goiânia, a URR da Postal Saúde está localizada na Rua 16, nº 186 – Centro.

Na solicitação da guia, o beneficiário de Goiás deverá apresentar ou encaminhar por email (O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ): a CAT, o pedido médico (em casos de exames e procedimento afins), bem como os dados do prestador que irá atendê-lo. A guia de autorização só é válida para os trabalhadores afastados por acidente de trabalho ou com doença ocupacional e não para os seus dependentes.

Quando não ocorre coparticipação?

Segundo o Manual I e II da Postal Saúde, além dos tratamentos relacionados a doença ocupacional e acidente de trabalho, também não haverá coparticipação quando os atendimentos forem realizados em ambulatório da Postal Saúde e quando o procedimento for realizado por iniciativa da ECT, principalmente relacionados às campanhas preventivas, exames periódicos, admissionais, de missionais, de retorno ao trabalho ou mudança de função ou cargo, exigidos por lei.

Ressarcimento

É importante destacar que caso o trabalhador não apresente a guia de autorização sem compartilhamento na unidade de saúde, a guia emitida será compartilhada e não poderá ser ressarcida posteriormente.

Tome nota

No exemplo abaixo, foi utilizado o compartilhamento de 30%em exames e consultas que um carteiro acidentando poderá necessitar fazer e quanto ele irá pagar se a guia for compartilhada ou caso ele tenha a guia de autorização sem compartilhamento.

 

Descrição

Valor total do Exame

Valor da coparticipação

30%

Valor com a guia de autorização sem compartilhamento

Consulta articular/Joelho

 

R$89,30

R$26,79

R$0

Raio-X Joelho

R$37,20

 

R$11,16

R$0

10 Sessões de Fisioterapia

 

R$20,80 (cada), total: R$208

R$62,40

R$0

Infiltração Joelho

 

R$101,29

R$30,38

R$0

Ressonância Magnética Joelho

 

R$766,30

R$229,89

R$0

Total

R$1202,09

R$360,62

R$0

 

 

 

 

 

Documentos úteis:

Manual do beneficiário da Postal Saúde I – Tópico 7, página 10

Manual do beneficiário da Postal Saúde II  - Ponto 26.1.12, página 47

 

Matéria redigida por Laryssa Machado

Reprodução autorizada mediante indicação da jornalista responsável e da fonte: Site do SINTECT-GO

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Golpe na Postal Saúde: Mudança no estatuto da operadora é aprovada apesar dos trabalhadores terem sido impedidos de votarem

Trabalhadores de Goiás e de todo o país lotaram a 5ª Assembleia Geral Extraordinária da Postal Saúde, no dia 24 de outubro, realizada no auditório da Universidade Correios, em Brasília/DF. A Assembleia foi convocada para alterar, de forma unilateral, o estatuto da Postal Saúde.

De acordo com informações da diretoria colegiada do SINTECT-GO, os trabalhadores foram impedidos de participar da discussão para que as mudanças fossem aprovadas rapidamente. Além disso, o secretário da mesa foi nomeado sem que houvesse eleição entre os presentes. A Empresa mencionou seu posicionamento, mas não houve encaminhamento para votação. Ainda assim, em nota em seu site, Postal Saúde informa que o novo Estatuto Social da Operadora foi aprovado.

Conforme Estatuto, cada órgão social da Postal Saúde (Conselho Deliberativo, Diretoria Executiva, Conselho Fiscal) tem direito a um voto e o voto de minerva é do Presidente da Empresa. Sendo assim, os trabalhadores, mesmo em maior quantidade, são votos vencidos.

Desta forma, a FENTECT já informou que irá buscar formas de anular a assembleia.

Alterações no estatuto

Uma das principais mudanças pretendidas na assembleia era alterar forma de participação da Empresa de “mantenedora” para “patrocinadora” do plano de saúde. Assim, além de facilitar o corte de “patrocínios”, com a venda da ECT, a mudança permite também que o plano seja gerido por pessoas sem qualquer vínculo com a realidade da estatal.

Ainda segundo nota da Postal Saúde, as alterações foram feitas em nível de governança e que foi estabelecido “critérios mais rígidos para o exercício de cargos na Postal Saúde, o que garantirá que a gestão seja conduzida por pessoas de reputação ilibada, de notório conhecimento e com a experiência necessária para assumir a atividade”.

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Golpe no Plano de saúde: SINTECT-GO organiza caravana para que ecetistas participem de assembleia que visa alterar estatuto da Postal Saúde

O SINTECT-GO convoca todos os trabalhadores e trabalhadoras ecetistas de Goiás à participarem da Assembleia Extraordinária da Postal Saúde, que acontecerá no dia 24 de outubro de 2019, às 18h, em Brasília/DF. A caravana organizada pelo Sindicato sairá às 14h da Praça Cívica, em Goiânia.

O ecetista interessado em ir à Brasília, precisa encaminhar ao SINTECT-GO o nome completo, o RG e o órgão expedidor do RG para o Whatsapp do Sindicato (62) 99855-1633 ou para o Whatsapp do secretário Elizeu Pereira – (62) 9688-8406.

 

Assembleia é mais um golpe ao Plano de Saúde

A assembleia, convocada pelo presidente da Empresa, General Floriano Peixoto, pretende mudar a forma de participação da Empresa de “mantenedora” para “patrocinadora” do plano de saúde. Assim, além de facilitar o corte de “patrocínios”, com a venda da ECT, permite também que o plano seja gerido por militares e pessoas sem qualquer vínculo com a realidade da estatal.

Além disso, tal mudança pode:

– Proibir a entrada de novos participantes;

– Retirar do estatuto a obrigação da Empresa em cobrir os gastos e custos do plano de saúde;

– Deixa de ser obrigatório ser associado ou beneficiário para participação no Conselho Deliberativo, Diretoria Executiva e Conselho Fiscal da Postal Saúde;

– Permitir pessoas que não são ligadas aos Correios fazerem parte dos cargos mais altos;

– Proibir a participação de sindicalistas no Conselho;

– Alterar datas de início e término do mandato e as votações para presidente e vice-presidente do plano.

Portanto, é extremamente importante que os trabalhadores participem da Assembleia para pressionar à Empresa, que tem buscado todas as formas possíveis em acabar com o plano de saúde da categoria.

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Plano de saúde para pais e mães em tratamento é prorrogado para dia 31/08

Os pais e mães dos ecetistas em tratamento têm plano de saúde garantido em atendimentos de urgência e emergência até o dia 31 de agosto. A decisão foi registrada pelo Ministro Renato Lacerda Paiva durante audiência no Tribunal Superior do Trabalho (TST) no dia 31 de julho.

"Que os correios assegurem a continuidade do plano de saúde dos pais para atendimentos de urgência e emergência até o dia 31 de agosto, SEM PREJUÍZO DO ATENDIMENTO DAQUELES QUE SE ENCONTRAM EM TRATAMENTO, conforme a sentença normativa proferida no dc nº 1000295-05.2017.5.00.0000”.

Além disso, no dia anterior, 30 de julho, ficou registrado na 10ª Ata da Reunião de negociações do Acordo Coletivo que "... A Representação dos Trabalhadores afirmou que após o dia 31 de julho, a área de recursos humanos dos Correios, através do seu diretor, poderá ser responsabilizada de forma cível e criminal pela possível morte de pais e mães, caso os mesmos sejam retirados do plano de saúde atual."

Assim, o SINTECT-GO orienta os trabalhadores e trabalhadoras que tem pais e mães como dependentes no plano de saúde que providenciem imediatamente laudos médicos atualizados para que, caso haja recusa no atendimento, possa ser protocolada denúncia na Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e ajuizadas ações.

É importante destacar que as negociações do Acordo Coletivo continuam e que a participação dos trabalhadores nas Assembleias é extremamente importante. Não é porque há uma conciliação no Tribunal que o trabalhador pode se tranquilizar, pelo contrário, é ainda mais unidade e mobilização para pressionar a apresentação de uma proposta que atenda as reivindicações dos trabalhadores.

Matéria redigida por Laryssa Machado

Reprodução autorizada mediante indicação da jornalista responsável e da fonte: Site do SINTECT-GO

Leia também: Pais e mãe serão excluídos do Postal Saúde no próximo dia 31

 

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Pais e mãe serão excluídos do Postal Saúde no próximo dia 31

A partir do dia 31 de julho, os pais e as mães não serão mais dependentes dos ecetistas no Plano de Saúde dos Correios, salvo os que ainda estão em tratamento. O trabalhador ou a trabalhadora cujo o pai ou a mãe faz algum tipo de tratamento médico que não pode ser interrompido deverá enviar laudo médico para a Postal Saúde e para os Correios para comprovar (veja abaixo).

No ano passado, a Seção Especializada em Dissídios Coletivos (SDC) do Tribunal Superior do Trabalho decidiu que os pais e mães seriam excluídos do Plano de Saúde da categoria ecetista, exceto o que se encontrassem em tratamento médico/hospitalar. Na ocasião, os ministros da SDC também decidiram que pais e mães poderiam permanecer usufruindo do plano, nos moldes já existentes, até 1º de agosto de 2019. Após esse período, eles poderiam ser incluídos em plano a ser negociado entre os Correios e as demais partes. Confira decisão do SDC aqui.

O SINTECT-GO recomenda:

Ecetista cujo o pai e/ou a mãe estão em tratamento médico que não pode ser interrompido:

  • Solicite ao médico um laudo, constando o nome completo do pai ou da mãe, CPF e o tratamento médico que está sendo feito;
  • Com o laudo em mãos, abra um processo no Sistema Eletrônico de Informações (SEI), informando seu nome, CPF, e sua matrícula funcional na ECT. Informe também o nome do pai ou da mãe, matricula do plano de saúde dele ou dela, o tratamento médico que está sendo realizado e junte o laudo médico como anexo;
  •  No SEI será gerado um protocolo, envie ele, o laudo médico e as informações do seu pai ou mãe à Postal Saúde, pelo site (https://www.postalsaude.com.br/minhapostal ) ou por SEDEX com AR - Endereço: Caixa de Assistência e Saúde dos Empregados dos Correios | SBN Quadra 1, Bloco F - 5º e 6º andares,  Edifício Palácio da Agricultura - Asa Norte - Brasília/DF - CEP 70040-908.;
  • Arquive o protocolo e a documentação do SEI e da Postal Saúde e aguarde passar o prazo estipulado para a exclusão dos dependentes (31/07/2019);e
  • Caso ainda assim a Empresa deixe de fornecer assistência médica ao pai ou à mãe do trabalhador que está em tratamento, procure um dirigente sindical para dar continuidade no processo por meios jurídicos.

 

 

Matéria redigida por Laryssa Machado

Reprodução autorizada mediante indicação da jornalista responsável e da fonte: Site do SINTECT-GO

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SINTECT-GO orienta trabalhadores reabilitados a preencher Ordem de Serviço e denunciar casos de assédio

Acidentes de trabalho e o desenvolvimento de doenças relacionadas às atividades, especialmente da área operacional, são recorrentes na ECT. Devido à rotina pesada e, principalmente, a falta de condições de trabalho, muitos trabalhadores acabam adoecendo e sendo reabilitados profissionalmente.

Ao reabilitá-los, o INSS estabelece no certificado as limitações laborais, que são em geral relacionadas a carregamento de peso, subir e descer escadas, ortostatismo (ficar de pé ou na mesma posição durante de muito tempo), movimentos repetitivos, deambulação (andar muito), carga e descarga, entre outros.

Por causa das restrições que estes trabalhadores têm, eles acabam indo para funções onde podem trabalhar, mas sem prejudicar sua saúde. No entanto, têm chegado ao SINTECT-GO reclamações de trabalhadores reabilitados que acabam tendo que realizar, no novo cargo, atividades para as quais estão com restrição laboral.

A empregadora, ao ser questionada pelo ente sindical, informa que o trabalhador deve se recusar a realizar atividades que desrespeitem as limitações laborais descritas no certificado de reabilitação, tendo inclusive criado um documento que denominou Ordem de Serviço – NR1, no qual faz o trabalhador se comprometer a recusar ou paralisar atividades que lhe prejudiquem a saúde (conforme modelo em anexo).

Com isso, a ECT visa, em caso de agravamento das doenças, impor responsabilidade ao empregado que não exigiu o cumprimento de seu certificado de reabilitação, mesmo sabendo que nas unidades os gestores acabam exigindo que os trabalhadores reabilitados realizem atividades que podem agravar sua doença.

Você trabalhador reabilitado que está vivendo tal situação, agende atendimento pela Assistente Social e leve seu certificado de reabilitação. Solicite o preenchimento da Ordem de Serviço (conforme o modelo em anexo), pegue uma via original assinada pela Assistente Social, faça uma cópia e peça que o gestor assine a sua original e entregue a cópia da Ordem de Serviço e deu seu certificado. Toda vez que te impuseram atividades que lhe prejudiquem reapresente os documentos. Caso isso não seja suficiente, colha provas de que está sendo obrigado a realizar as atividades proibidas em seu certificado de reabilitação, ligue no 0800, denuncie o assédio e solicite a abertura do NUP.

Com o número do NUP informe ao dirigente sindical.

Elizeu Pereira (62) 9688-8406

Ueber Barboza (62) 9255-7736

Laryssa Machado

Reprodução autorizada mediante indicação da jornalista responsável e da fonte: Site do SINTECT-GO

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O Plano de Saúde é do trabalhador. Não abra mão dele!

A ECT/Postal Saúde tem feito comunicados internos e enviado telegramas aos trabalhadores da ativa e aposentados orientando pela exclusão do atual plano de saúde. 

Mas a FENTECT E TODOS OS SINDICATOS orientam aos trabalhadores: NÃO ABRAM MÃO DE SEU PLANO, não assinem qualquer documento relacionado ao Plano sem antes ter a devida orientação da FENTECT.

Confira a íntegra do Boletim nº 8 sobre o Plano de Saúde

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